O nome pode parecer difícil, mas sinistralidade é basicamente a relação entre as despesas e a receita das operadoras de saúde suplementar. 

O índice mostra qual porcentagem das receitas dos planos foi consumida para cobrir as despesas com atendimentos e procedimentos dos usuários – sejam exames, cirurgias, consultas, internações e quaisquer outras ações de uso do plano de saúde.

Sinistralidade e plano de saúde

Uma empresa que oferece plano de saúde sabe que a taxa de sinistralidade é um dos maiores desafios na hora de fechar o contrato. Isso porque anualmente as provedoras realizam reajustes no valor do plano com base na avaliação do uso no ano anterior.

O reajuste por sinistralidade é aplicado pela operadora para compensar a utilização do plano quando o percentual de equilíbrio do contrato (o chamado break-even) é ultrapassado. 

Um exemplo: um plano supunha que seriam realizados mil procedimentos no ano, mas na realidade foram feitos 1.200. Na certa, haverá reajuste para compensar esse excedente.

O problema da sinistralidade

Um dos maiores problemas encontrados por analistas e gestores de benefí­cios corporativos é a falta de clareza nas informações repassadas pelas corretoras sobre os índices de sinistralidade. 

Muitas empresas não apresentam relatórios completos de utilização e tabelas de custos, e fica difícil para a empresa contratante entender e contestar os valores aplicados nos reajustes anuais.

Além da sinistralidade, diversas outras taxas podem ser aplicadas, como o Índice de Variação de Custo Médico Hospitalar (VCHM) ou a troca de faixa de idade dos funcionários.

Como diminuir a sinistralidade?

A forma mais eficaz de diminuir a sinistralidade do plano de saúde é educar seus usuários sobre a utilização correta do benefí­cio. 

Caso as pessoas utilizem hospitais do plano ao menor sinal de dor de garganta, resfriado ou dor estomacal, é certo que os custos hospitalares serão altos, abrindo terreno para os reajustes.

Uma forma eficaz e comprovada de melhorar a utilização do plano sem deixar de oferecer um cuidado médico próximo é investir na Atenção Primária, prática da medicina que busca não só tratar doenças, mas também preveni-las por meio da promoção de saúde e do acompanhamento contínuo das pessoas.

É isso que a Alice faz.

Alice Agora: atendimento médico em casa, sem fila de espera

O nome não é gratuito: é agora mesmo. O atendimento via Alice Agora não precisa de agendamento prévio e é iniciado em segundos quando feito durante o dia. Após às 21h, esse tempo aumenta para poucos minutos.

Ao acessar o Alice Agora {do seu sofá}, você é atendido na hora por profissionais de enfermagem e médicas(os). E não é só sobre conforto.

Estamos falando de um time que sabe tudo sobre seu histórico de saúde. Que sabe, por exemplo, que sua dor de cabeça pode ser consequência da sua alimentação ou até do estresse no trabalho que você mesmo relatou na última consulta.

Seja por chat ou numa videochamada, o profissional de saúde analisa seus sintomas e, descartando qualquer possibilidade de urgência, segue com o melhor tratamento, encaminhamento para especialista ou pedido de exames realmente necessários.

Mas e se for uma urgência? Se for o caso, a Alice te indica já o PS mais próximo (chamando uma ambulância quando preciso) e acompanha todo seu caso, com coordenação de cuidado. Ah, e depois do atendimento é seu time que fará o acompanhamento da sua recuperação.