Para muitas pessoas, a primeira memória com ela remete ainda à infância. O primeiro joelho ralado, a primeira vez descendo uma ladeira, a sensação de liberdade com o vento batendo no rosto.

Para outras,  é mesmo durante a vida adulta que essa relação acontece: seja por lazer ou por mobilidade, o deslocamento sob duas rodas oferece um outro ângulo de conhecer a cidade e os seus caminhos.

Pedalar, além de contribuir para a mobilidade urbana como um meio menos poluente, é também uma opção que oferece inúmeros benefícios para a saúde quando praticada como uma atividade física de forma regular.

Cerca de 30 minutos na bike já são suficientes para uma melhora cardiovascular e também para a liberação da dopamina, o famoso hormônio da felicidade. 

E é justamente por sua importância e por seus benefícios que se celebra no dia 3 de junho o Dia Mundial da Bicicleta. 

A seguir, vamos conhecer a história de Daniel Rocha, médico pediatra na Alice e ciclista apaixonado.

Daniel Rocha, médico pediatra do Time de Saúde da Alice

A bicicleta como um momento de conexão e liberdade

Ciclista desde bem pequenininho, Daniel já viajou de bike e percorre longas distâncias pelas ciclovias de São Paulo. 

De acordo com o médico, a sua primeira memória pedalando de bicicleta é de Santarém (PA), quando ia à escola ainda criança.  

Hoje, a bicicleta representa para ele um momento de conexão com a cidade de São Paulo, onde vive com a sua família, e também uma oportunidade de olhar para si mesmo. 

“É um momento de conexão e de liberdade”, compartilha. “Eu costumava dizer que São Paulo, para mim, tinha data de validade. Depois que comecei a pedalar para ir ao trabalho eu transformei essa relação. A bike me permitiu conhecer a cidade por outro olhar.”

Para o ciclista, os momentos sob duas rodas são oportunidades de perceber os detalhes das regiões por onde circula enquanto pratica uma atividade física que lhe traz prazer .

“Descobri na bicicleta uma atividade que não era penosa, e isso me fez querer evoluir mais e mais”, conta.

Dos passeios pela cidade para as viagens que ultrapassam as centenas de quilômetros, Daniel precisou olhar com atenção para os cuidados com a sua saúde física e mental. E para isso, ele conta que o apoio do seu Time de Saúde foi essencial.

“Nunca tinha ouvido falar de alimentação pré-treino, pós-treino. Tive a oportunidade de conversar com a minha nutricionista sobre como a alimentação poderia melhorar meu desempenho na bike”, explica o médico. 

“O meu Time me ajuda a organizar os treinos para que eles caibam no meu dia a dia. Eu aprendi a olhar para atividade física não como uma cobrança, mas com a ideia de que fazer um pouco já é fazer alguma coisa”, explica.