A chegada de um bebê sempre causa uma revolução na vida dos pais {e de toda a família!}. O amor incondicional vem junto com uma nova rotina, novas perspectivas, novos papéis, e também muitos medos, preocupações e dúvidas.

Aqui na Alice, a gente sabe que esse momento é crucial para pais e mães se conectarem de verdade com essa nova pessoa que acabou de chegar na família, com calma, focando o que é mais importante: o cuidado {não só do bebê, mas também de quem cuida dele} e a criação de laços. 

Por isso, chamamos esse período de presença-maternidade e presença-paternidade, e vamos explicar direitinho o porquê e as condições que oferecemos para que mamães e papais Pitayas possam desfrutar desse momento tão especial da melhor forma possível. 

Afinal, uma das nossas virtudes é Priorizamos nossa saúde e felicidade!

Presença-maternidade e presença-paternidade na Alice

Aqui na Alice a gente entende que esse período logo após a chegada de um filho {seja biológico ou por adoção} é o tempo em que mães e pais precisam estar totalmente presentes, vivendo esse momento em família, como resume bem a Sarita Vollnhofer, responsável pela área de People da Alice e mãe da pequena Valentina.

“A licença muitas vezes é vista como algo negativo, mas a chegada de um filho é uma coisa positiva e reforçamos isso”, diz ela. “Trabalhamos com paixão pelo propósito e queremos que os Pitayas façam da missão da Alice a sua, que eles construam a Alice ao nosso lado. Ficar fora durante esse período não vai fazer diferença nesse projeto de longo prazo. Pelo contrário: na verdade, vai fortalecer todos esses laços.” 

As opções flexíveis para cada mamãe

Para as mamães Pitayas, a presença-maternidade tem duas opções: 

1) 6 meses seguidos que podem ser iniciados 2 semanas antes da data prevista de nascimento ou da adoção

ou

2) 4 meses e 2 semanas seguidos que podem ser iniciados 2 semanas antes da data prevista de nascimento ou adoção e uma  jornada part-time nas primeiras 10 semanas após a volta.

As duas opções foram pensadas para possibilitar às mães que elas sigam a orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) de promover o aleitamento materno exclusivo durante os 6 primeiros meses do bebê, se assim elas desejarem. 

Além disso, uma das virtudes da Alice é Encorajamos autenticidade e transparência. Por isso, perguntamos para cada mamãe como ela prefere fazer, considerando o que mais faz sentido para a sua família. “Queremos que cada pessoa possa ser quem ela  verdadeiramente é e que faça a melhor escolha considerando seu contexto. Nossa responsabilidade é dar essa segurança para as mães.”

Kassia Cristina, Pitaya que trabalha no time de Workplace, vai passar pela sua segunda presença-maternidade na Alice. Mãe da Milena, agora ela está à espera da Marcela. 

Da primeira vez, ela disse que ficou bastante preocupada com o período em que ficaria em presença-maternidade. “Fiquei com medo de deixar o trabalho e até mesmo de dizer que eu estava grávida”, conta.

A primeira pessoa para quem contou a notícia foi André Florence, CEO da Alice. “A recepção dele foi ótima. Todos com quem falei foram muito receptivos, e aí eu vi que era um medo da minha cabeça”, conta, rindo. 

Na hora de voltar ao trabalho, bateu o medo de novo. “Pensei: ‘Como eu vou criar uma rotina? Como vou entregar meus resultados e ao mesmo tempo dar atenção para Milena?’ Achava que não ia ter o mesmo desempenho.”

Ela conta que, no fim, acabou se tornando até mais produtiva e eficiente e isso se refletiu no seu desempenho: 6 meses após a volta, foi promovida.

“Existe uma Kassia antes de ser mãe e uma depois. E essa nova Kassia descobriu que quantidade de horas não significa trabalho melhor. Hoje consigo entregar mais em menos tempo.”

À espera da Marcela, ela optou pela presença-maternidade de 4 meses e 2 semanas e mais 10 semanas de jornada de meio período. “Acho que esse modelo faz todo sentido para a nossa família, e vai ser um processo de adaptação aos pouquinhos para ela e para mim.” 

Um período de conexão verdadeira para os papais

Para os papais Pitayas, a Alice oferece 30 dias de presença-paternidade.

Já a legislação brasileira garante apenas 5 dias corridos. Todo mundo aqui concorda que é pouco tempo, né?

Marcos Mendonça, que é médico de família da Alice, pôde viver a experiência da presença-paternidade de 30 dias quando a sua filha Elisa, hoje com 11 meses, nasceu.  Antes de se tornar Pitaya, ele teve apenas 5 dias de licença após o nascimento de sua primeira filha, Celina. E as vivências foram completamente diferentes.

“A gente só se deu conta de quão importantes são esses 30 dias quando a Elisa nasceu, porque eu nunca tinha tido essa experiência. Tenho convicção de como esse período foi importante para a gente estabelecer nossa rede de apoio, para eu dar suporte pra minha esposa se sentir segura, para irmos juntos nas primeiras consultas. Esse é um período crucial de adaptação que envolve o reconhecimento de uma nova pessoa e a mudança da sua função no eixo familiar”, diz Marcos. 

“Não é só o benefício de ter 30 dias livres, é tudo o que ele representa. A Alice identifica o pai como parte importante da rede de apoio, como pessoa que também está disposta a criar a criança, e mostra que se importa com a gente. Esses 30 dias me deixaram participar ativamente, e isso fez com que eu e a Elisa nos aproximássemos. Voltei renovado, organizado, bem disposto e com sentimento de gratidão, entendendo meu propósito e tranquilo de saber que minha filha estava crescendo bem”, conta ele.

Marcos cita ainda a importância desse período para a sua saúde mental.

“Eu fiquei deprê nas duas vezes, me senti como um peixe fora d’água. Esse período longe do trabalho foi importante para me recompor e entender meus sentimentos sem a pressão do trabalho. Esse negócio de que a criança nasce e fica todo mundo feliz não existe. É importante reconhecer que não é um mar de rosas, e que bom que eu tive tempo para refletir sobre isso.”

Sarita Vollnhofer afirma que, a médio e longo prazo, a Alice quer oferecer períodos iguais para pais e mães. “É algo muito alinhado com o nosso compromisso sobre diversidade e equidade não só na Alice mas também na sociedade. Queremos promover na Alice aquilo que gostaríamos de ver na sociedade como um todo, e isso inclui nosso desejo para que a maternidade e a paternidade sejam mais compartilhados –cada um com seu papel, contribuindo para a família.”

Os {muitos outros} benefícios para mamães e papais Pitayas na Alice 

Já imaginou um lugar que recebe com alegria {genuína} a notícia da gravidez ou da adoção de um filho, que encoraja a anotação de compromissos familiares na agenda profissional (como as consultas pediátricas) e que oferece diversos espaços para a fala e a escuta de questões específicas de papais e mamães?

Esse lugar existe e é aqui! Confere só a lista dos benefícios que a Alice oferece:

Trabalho remoto

A Alice é uma empresa remote-first, o que facilita {e muito!} a rotina das famílias. O trabalho remoto ajuda a consolidar as agendas de todo mundo, economiza tempo de deslocamento pela cidade e dá aquela paz de estar apenas a uma porta do home office de distância dos pequenos. 

30 dias úteis off

Quando uma pessoa se torna Pitaya, desde o primeiro dia de trabalho ela pode usar, como quiser, 30 dias úteis off –não precisa esperar um ano! Você já sacou que flexibilidade é o nosso forte, né? 

Presença-maternidade e paternidade sem desconto de benefícios  

Papais e mamães Pitayas não precisam se preocupar: seus benefícios continuam iguaizinhos durante o tempo em que estão superconcentrados em cuidar de um novo ser humano que acabou de chegar em casa.

Auxílio-creche para pais e mães

Não são só as mamães Pitayas que têm esse direito: os papais também podem receber o auxílio-creche até que seus filhos completem 6 anos.

Uma gestora de saúde 24 horas por dia

Quem é pai e mãe sabe que volta e meia bate aquela dúvida sobre a saúde dos pequenos à noite ou de madrugada. Nessas horas de aflição, quem tem a Alice como gestora de saúde pode contar com atendimento médico 24 horas por dia pelo aplicativo da Alice, por meio do serviço Alice Agora

Em questão de segundos, um profissional de saúde responde e orienta os pais sobre a melhor conduta. Já imaginou ter essa paz?

Agenda compartilhada {e respeitada}

Incentivamos que todos os Pitayas organizem sua agenda e coloquem ali seus compromissos pessoais para que todos do time tenham essa visibilidade e possam organizar melhor as reuniões. Horário de almoço, terapia e atividade física costumam aparecer ali.

Para pais e mães, isso é uma mão na roda e traz muita tranquilidade! É normal deixar reservado um tempo para levar os filhos à escola e ao médico, por exemplo,  sem precisar apresentar atestado –afinal, esse é um ambiente que valoriza a transparência e a confiança, onde todos tomam as melhores decisões para si mesmos e para a Alice.

Grupos de afinidade e espaço para trocas

Na Alice, há diferentes grupos de discussão para pais e mães. São espaços seguros de trocas de dúvidas, dicas e dificuldades, para valorizar e fortalecer essa rede –afinal, nada melhor do que receber apoio de quem está passando ou já passou pela mesma situação que você. 

Tudo isso em um ambiente leve, acolhedor de verdade –afinal, Nos importamos com as pessoas, genuinamente!

Retorno com boas-vindas e planejamento

Não pense que o retorno ao trabalho precisa ser abrupto ou cheio de medos. Na Alice, oferecemos um pacote cheio de carinho:  conversamos com as mães quando a hora de voltar estiver se aproximando, para ouvi-las e tranquilizá-las; mandamos flores de boas-vindas uma semana antes; e anunciamos o retorno com muita festa no nosso canal de comunicação interna!

“Comemoramos a chegada do bebê, preparamos o ambiente para a volta da mãe e do pai no momento oportuno e celebramos também seu retorno”, afirma Sarita Vollnhofer.

Checklist da gravidez à volta ao trabalho

Sarita conta que a Alice está produzindo um manual supercompleto sobre a jornada do pai e da mãe Pitaya, tanto para quem vai receber um novo membro na família como para seus gestores. 

“Muitas pessoas têm receio de anunciar que vão se tornar pais, e precisamos olhar para isso. O que devem fazer em cada momento dessa jornada? Quais são seus direitos e benefícios? Também vamos deixar claro o que o(a) gestor(a) precisa considerar e como apoiar melhor os Pitayas em todas as fases. Tudo isso ajuda a normalizar as vivências de pais e mães e a acabar com a ideia de que as pessoas precisam escolher entre ser pais ou profissionais.” 

Novos pais, novos profissionais

Como a gente disse lá no começo, a chegada de um filho é transformadora. E ela muda também a vida desses novos pais como profissionais –não tinha como ser diferente, né?

Quem já passou por essa experiência fica mais sensível aos desafios que outros pais e mães de sua equipe também enfrentam.

E pais e mães se tornam mestres em priorização! O tempo fica mais valioso e precisa ser aproveitado da melhor forma possível. 

“Nós nos tornamos mais receptivos e mais conscientes sobre as necessidades dos outros. Aprendemos a gerenciar melhor o tempo, a resolver melhor problemas e a entender o que faz mais sentido para nós mesmos e para o trabalho”, diz Sarita.